Ex-presidente Bolsonaro passa mal novamente na prisão e preocupa aliados e familiares
Pelo menos mais um episódio de mal-estar envolvendo o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão e custodiado na unidade conhecida como Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, reacende o debate sobre o estado de saúde do líder político.
Na tarde desta segunda-feira (16), Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, usou o Instagram para informar que Bolsonaro passou mal durante uma caminhada nas dependências da unidade prisional, apresentando tonturas e um pico de pressão arterial, e precisou receber atendimento médico antes de retornar à cela, onde seu quadro foi estabilizado.
Segundo relatos de familiares, incluindo o filho Carlos Bolsonaro nas redes sociais, este não foi um episódio isolado: o ex-presidente já teria passado mal em outras ocasiões desde que sua pena começou a ser cumprida em janeiro. Carlos afirmou estar sem palavras diante da notícia e confirmou o episódio sem detalhar causas específicas, mas reforçando que o pai segue sendo monitorado por uma equipe médica.
Críticos e aliados apontam uma série de eventos que, segundo eles, indicam uma saúde fragilizada ao longo dos últimos meses. Em setembro de 2025, por exemplo, Bolsonaro foi internado em um hospital em Brasília após sofrer intensas crises de soluços, vômitos e pressão baixa, que o levaram a ser observado pela equipe médica por mais de uma noite. Naquela ocasião, familiares pediram orações pela recuperação e falaram em desidratação e fraqueza. Esse histórico de episódios de saúde debilitada não se limita a mal-estares repentinos.
O tom das comunicações de Michelle Bolsonaro nas redes sociais, ao relatar esses eventos, tem sido descrito por observadores políticos como melancólico, deixando transparecer forte preocupação com o estado de saúde do ex-presidente. Em diversas postagens recentes, ela tem destacado a estabilização de quadros clínicos após cada incidente, mas sem omitir a necessidade de cuidados contínuos, gerando interpretações de que suas mensagens carregam um tom quase de despedida diante das dificuldades enfrentadas por Bolsonaro.
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