Saúde em contraste: Lula exibe vitalidade enquanto Bolsonaro aparenta desgaste profundo
A saúde física e emocional dos principais líderes políticos do país voltou ao centro do debate público, especialmente diante das recentes aparições do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto Lula tem demonstrado disposição, presença ativa e controle do discurso, Bolsonaro surge cada vez mais abatido, fragilizado e distante da imagem combativa que marcou seu período no poder.
Lula, mesmo com a idade avançada e um histórico médico conhecido, tem aparecido em eventos públicos com energia, clareza e ritmo intenso de compromissos. Discursos longos, viagens frequentes e participação ativa em agendas nacionais e internacionais reforçam a percepção de que o presidente está bem assessorado, acompanhado de perto por sua equipe médica e politicamente confortável no cargo que voltou a ocupar.
Do outro lado, Jair Bolsonaro passa uma imagem oposta. O ex-presidente tem surgido em aparições públicas e entrevistas com semblante cansado, postura retraída e fala muitas vezes desconexa. Internações recorrentes, limitações físicas e um visível abatimento emocional reforçam a impressão de que sua saúde, tanto física quanto psicológica, entrou em um processo de deterioração contínua.
Aliados e críticos têm notado que Bolsonaro já não demonstra a mesma força interna de outros tempos. Longe do poder, pressionado por investigações e cada vez mais restrito ao próprio círculo, o ex-presidente dá sinais de esvaziamento emocional. Para muitos observadores, ele parece alguém que perdeu o propósito, como se tivesse “morrido por dentro” antes mesmo de qualquer desfecho político ou judicial.
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