O crepúsculo político da família Bolsonaro. Mestre José conta tudo.
O futuro da família Bolsonaro desponta, para muitos analistas, como um capítulo de declínio acelerado na política brasileira. Após anos no centro do debate nacional, o grupo que orbitou o poder durante o governo de Jair Bolsonaro enfrenta um cenário marcado por desgaste, isolamento e incertezas jurídicas. O que antes era força eleitoral e mobilização de massas hoje parece restrito a um núcleo cada vez menor de apoiadores fiéis. Jair Bolsonaro, figura central desse projeto político, caminha para o que aliados e críticos descrevem como um fim trágico de trajetória pública.
Enfraquecido politicamente, acumulando derrotas judiciais e com a saúde fragilizada, o ex-presidente já não exerce o mesmo poder de influência institucional. Ainda mantém relevância junto a parte do eleitorado, mas essa relevância depende quase exclusivamente de sua presença pessoal e simbólica, cada vez mais limitada. Flávio Bolsonaro, por sua vez, segue um caminho que muitos veem como igualmente arriscado. Enquanto ocupa uma cadeira no Senado, conta com a proteção política e a visibilidade do cargo. No entanto, a perspectiva de derrota em uma eventual disputa presidencial e a saída do mandato abrem espaço para que investigações avancem sem os freios impostos pelo foro e pelo peso institucional. Nesse cenário, cresce a avaliação de que ele poderá enfrentar processos mais duros e até uma possível prisão, caso denúncias prosperem.
Carlos Bolsonaro nunca conseguiu converter sua atuação ruidosa nas redes sociais em relevância política nacional consistente. Fora do ambiente digital e distante de cargos de grande projeção, tende a ser lembrado apenas como um personagem periférico de um período turbulento. Michelle Bolsonaro, que tentou ocupar o espaço de liderança simbólica entre conservadores, também enfrenta dificuldades para se manter em evidência sem a máquina política e o carisma polarizador do marido. O ano de 2026 surge, assim, como um marco potencialmente trágico para a família Bolsonaro. Com Jair Bolsonaro fragilizado e isolado, e os demais membros sem musculatura política própria, o projeto familiar parece se esgotar. A avaliação predominante é que, quando o ex-presidente deixar definitivamente a cena — seja por limitações de saúde ou pelo avanço do tempo político — os que restarem tendem a ser rapidamente esquecidos, encerrando um ciclo que marcou intensamente, mas de forma passageira, a história recente do país.
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