domingo, 11 de janeiro de 2026

PACTO COM A PROSPERIDADE: O SEGREDO MÍSTICO QUE PODE MUDAR SUA VIDA

Um novo ciclo se inicia: preparo, consciência política e o pacto de prosperidade

O início de mais um ano sempre traz consigo a sensação de recomeço. É como se um novo ciclo se abrisse diante de nós, pedindo planejamento, responsabilidade e atenção redobrada às escolhas que fazemos. Em um país como o Brasil, onde o cenário político influencia diretamente o cotidiano das pessoas, esse recomeço ganha contornos ainda mais profundos. 

2026 se apresenta como um ano decisivo, com debates intensos e a necessidade de reflexão crítica por parte de todos os cidadãos. A introdução deste novo ciclo não é apenas sobre metas pessoais e profissionais, mas também sobre preparo emocional e informacional. O cenário político brasileiro segue turbulento e preocupante, repetindo velhos padrões. Mais uma vez, surge uma figura bolsonarista para enfrentar Lula, reacendendo polarizações e discursos que já marcaram a história recente do país. Diante disso, estar preparado significa compreender o contexto, analisar propostas e, sobretudo, não se deixar levar por narrativas fabricadas.


Entre os maiores desafios deste período está a guerra contra as fake news. Notícias falsas têm o poder de distorcer a realidade, influenciar votos e destruir reputações. Elas foram protagonistas de momentos críticos nos últimos anos e continuam sendo usadas como ferramentas de manipulação política. Por isso, o papel do cidadão atento, disposto a checar informações e questionar fontes, torna-se indispensável para a saúde da democracia. Nesse contexto de busca por clareza e fortalecimento espiritual, ganha destaque o pacto de prosperidade proposto pelo Vidente Mestre José. O convite aos leitores é para que façam parte desse movimento, que tem como objetivo unir fé, esperança e consciência coletiva. Mestre José tem conquistado milhares de brasileiros com suas mensagens e orientações, servindo como uma luz para muitos que buscam equilíbrio em meio às incertezas da vida e do cenário político.


Sua atuação no YouTube e nas redes sociais ampliou sua influência e alcance. Para muitos seguidores, ele tem sido um guia que alerta sobre mentiras, principalmente as propagadas por setores bolsonaristas, além de incentivar reflexão e união. Há quem atribua ao seu trabalho um impacto real na mobilização popular que contribuiu para a vitória de Lula em 2022, especialmente ao trazer à tona contradições e inverdades do campo adversário. Concluímos, portanto, que o início deste novo ciclo exige mais do que apenas desejos de ano novo. Pede preparo, consciência e participação ativa. Em um Brasil politicamente agitado, a combinação entre informação verdadeira, espírito crítico e esperança coletiva pode ser o caminho para dias melhores. O pacto de prosperidade do Vidente Mestre José surge como um convite para que cada leitor se fortaleça, se proteja contra a desinformação e caminhe com confiança rumo ao futuro que começa agora.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

DESTINO ANUNCIADO! Bolsonaro Pode Não Terminar o Ano, Místico Gritou no Tarô | 09/01/2026

Queda durante a madrugada: Bolsonaro bate a cabeça e acende alerta sobre seu estado de saúde

Uma queda ocorrida na madrugada de ontem para hoje colocou Jair Bolsonaro novamente no centro das atenções, desta vez por motivos médicos. Segundo relatos de pessoas próximas, o ex-presidente sofreu um tombo dentro de casa e acabou batendo a cabeça, o que gerou preocupação imediata e mobilizou sua equipe para avaliação do seu estado de saúde. O episódio aconteceu em um momento já delicado para Bolsonaro, que vem enfrentando problemas recorrentes de saúde. Após a queda, ele teria apresentado sinais de desorientação e dores, o que reforçou o alerta entre médicos e aliados. Embora não tenham sido divulgados detalhes técnicos completos, o impacto reacendeu o debate sobre sua fragilidade física nos últimos meses.


A saúde do ex-presidente é considerada sensível, resultado de cirurgias anteriores e de um histórico clínico que exige acompanhamento constante. A batida na cabeça, ainda que tratada com cautela, foi suficiente para agravar a apreensão em torno de seu quadro, especialmente por envolver riscos que exigem observação contínua, como possíveis complicações neurológicas. Politicamente, o episódio simboliza mais um momento de queda — agora literal e figurada. Longe do Planalto e pressionado por investigações, Bolsonaro enfrenta um período de enfraquecimento que se reflete tanto em sua condição física quanto em sua capacidade de articulação política. O acidente reforça a imagem de um líder em declínio, distante da postura combativa que marcou seus anos de protagonismo.


Entre os bolsonaristas, o clima é de tristeza e tensão. Grupos de apoio passaram a madrugada em expectativa, temendo que a qualquer momento pudesse surgir uma notícia mais grave. A possibilidade de um agravamento no estado de saúde do ex-presidente gera angústia em uma base que já se sente acuada e desorientada diante do atual cenário político. A queda em que Bolsonaro bateu a cabeça ultrapassa o fato isolado de um acidente doméstico. Ela se torna um símbolo do momento vivido pelo ex-presidente: fragilizado, cercado de incertezas e observado com preocupação por aliados e adversários. Em meio ao silêncio da madrugada, o episódio reforça a percepção de que Bolsonaro atravessa um dos períodos mais críticos de sua trajetória pública.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

sábado, 3 de janeiro de 2026

XANDÃO NÃO DESCANSA! Bolsonaro na PRlSÃ0, Místico Anuncia Futuro | 03/01/2025

O desmoronar do bolsonarismo e o fim de uma era de medo

O clima entre os bolsonaristas é de desespero aberto e falta de horizonte político. Grupos que antes se diziam confiantes agora demonstram cansaço, frustração e a sensação de que o projeto de poder construído em torno de Jair Bolsonaro chegou a um beco sem saída. A retórica agressiva já não mobiliza como antes, e o sentimento predominante é o de derrota iminente. No centro desse colapso está a situação de Jair Bolsonaro. Preso, o ex-presidente tornou-se um símbolo da falência de um movimento que prometia força e terminou refém de suas próprias escolhas. Sua defesa tenta, de todas as formas possíveis, reverter o cenário e tirá-lo da cadeia, mas até agora todas as investidas fracassaram, reforçando a percepção de isolamento jurídico e político.


Enquanto isso, Flávio Bolsonaro, apontado por aliados como possível herdeiro político do pai, enfrenta um duro choque de realidade. As pesquisas mostram uma queda acentuada frente a Lula, evidenciando que o sobrenome Bolsonaro já não garante capital eleitoral. O discurso moderado adotado por Flávio não foi suficiente para conter o desgaste acumulado pela família ao longo dos últimos anos. A situação de Eduardo Bolsonaro aprofunda ainda mais o drama do clã. Com o mandato cassado e sob risco de prisão, ele vive um exílio político forçado, sabendo que um retorno ao Brasil pode resultar em consequências imediatas com a Justiça. O parlamentar que se apresentava como articulador internacional do bolsonarismo hoje simboliza sua perda total de influência.


Diante desse cenário, a militância bolsonarista parece órfã e sem liderança. As narrativas de perseguição já não convencem como antes, e a realidade jurídica e política se impõe com força. A cada revés, fica mais evidente que o movimento perdeu conexão com a maioria da sociedade brasileira. A cada dia que passa, o Brasil se afasta um pouco mais do bolsonarismo e de tudo o que ele representou: instabilidade, confronto permanente e desprezo pelas instituições. O enfraquecimento da família Bolsonaro não é apenas um fenômeno eleitoral, mas um sinal de que o país busca virar a página e respirar com mais liberdade, deixando para trás um capítulo marcado pelo medo e pela radicalização.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

O crepúsculo político da família Bolsonaro. Mestre José conta tudo.

O crepúsculo político da família Bolsonaro. Mestre José conta tudo.

O futuro da família Bolsonaro desponta, para muitos analistas, como um capítulo de declínio acelerado na política brasileira. Após anos no centro do debate nacional, o grupo que orbitou o poder durante o governo de Jair Bolsonaro enfrenta um cenário marcado por desgaste, isolamento e incertezas jurídicas. O que antes era força eleitoral e mobilização de massas hoje parece restrito a um núcleo cada vez menor de apoiadores fiéis. Jair Bolsonaro, figura central desse projeto político, caminha para o que aliados e críticos descrevem como um fim trágico de trajetória pública.


Enfraquecido politicamente, acumulando derrotas judiciais e com a saúde fragilizada, o ex-presidente já não exerce o mesmo poder de influência institucional. Ainda mantém relevância junto a parte do eleitorado, mas essa relevância depende quase exclusivamente de sua presença pessoal e simbólica, cada vez mais limitada. Flávio Bolsonaro, por sua vez, segue um caminho que muitos veem como igualmente arriscado. Enquanto ocupa uma cadeira no Senado, conta com a proteção política e a visibilidade do cargo. No entanto, a perspectiva de derrota em uma eventual disputa presidencial e a saída do mandato abrem espaço para que investigações avancem sem os freios impostos pelo foro e pelo peso institucional. Nesse cenário, cresce a avaliação de que ele poderá enfrentar processos mais duros e até uma possível prisão, caso denúncias prosperem.


Carlos Bolsonaro nunca conseguiu converter sua atuação ruidosa nas redes sociais em relevância política nacional consistente. Fora do ambiente digital e distante de cargos de grande projeção, tende a ser lembrado apenas como um personagem periférico de um período turbulento. Michelle Bolsonaro, que tentou ocupar o espaço de liderança simbólica entre conservadores, também enfrenta dificuldades para se manter em evidência sem a máquina política e o carisma polarizador do marido. O ano de 2026 surge, assim, como um marco potencialmente trágico para a família Bolsonaro. Com Jair Bolsonaro fragilizado e isolado, e os demais membros sem musculatura política própria, o projeto familiar parece se esgotar. A avaliação predominante é que, quando o ex-presidente deixar definitivamente a cena — seja por limitações de saúde ou pelo avanço do tempo político — os que restarem tendem a ser rapidamente esquecidos, encerrando um ciclo que marcou intensamente, mas de forma passageira, a história recente do país.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

VEM ALGO PESAD0! Místico Rompeu o Silêncio em Brasília | 29/12/2025

Contrastes do Poder: Lula e Bolsonaro após a revelação dos fatos

À medida que o cenário político brasileiro se reorganiza rumo a 2026, o contraste entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro torna-se cada vez mais evidente. De um lado, um presidente que chega ao próximo ciclo eleitoral com vigor político e presença ativa; do outro, um ex-mandatário às voltas com processos, desgaste público e questionamentos sobre sua condução do país em momentos críticos. Lula atravessa o presente com saúde preservada e capital político renovado. À frente do governo, mantém agenda intensa, articulação internacional e liderança nas pesquisas de intenção de voto, consolidando-se como favorito à reeleição. Para seus aliados, a imagem é a de um líder experiente que soube retornar ao centro do jogo após anos de embates judiciais e políticos.


Bolsonaro, por sua vez, enfrenta um período de retração. Alvo de investigações e ações na Justiça, o ex-presidente vê seu espaço político encolher à medida que decisões institucionais avançam e antigas escolhas são reavaliadas. O discurso de força e enfrentamento, que marcou sua trajetória, cede lugar a uma narrativa defensiva e fragmentada. O ponto mais sensível desse contraste reside na pandemia de Covid-19. Enquanto o país chorava centenas de milhares de mortes, Bolsonaro foi amplamente criticado por uma postura considerada omissa por especialistas e órgãos de controle. A recusa em liderar uma estratégia nacional de vacinação e prevenção tornou-se um marco negativo de sua gestão e pesa, hoje, como símbolo de irresponsabilidade aos olhos de muitos eleitores.


Nesse contexto, a pergunta ecoa: onde está o “histórico de atleta” que Bolsonaro costumava exaltar? A imagem de vigor físico e resistência, explorada como metáfora de liderança, contrasta com o atual momento de fragilidade política e pessoal. O personagem que se vendia como incansável parece agora exaurido pelas consequências de suas próprias decisões. O Brasil de 2026 se desenha, assim, a partir de verdades que vieram à tona. Lula capitaliza estabilidade, saúde e liderança nas pesquisas, enquanto Bolsonaro enfrenta o peso de sua gestão, especialmente no período mais dramático da história recente do país. O contraste não é apenas de projetos políticos, mas de legado — e é ele que tende a orientar o julgamento das urnas.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

sábado, 27 de dezembro de 2025

FUTURO DE JAIR NO TARÔ! Algo sombrio nas cartas assusta, Místico Arrepia | 27/12/2025

O peso do passado: Bolsonaro enfrenta um Natal de dor e isolamento

O ex-presidente Jair Bolsonaro vive um dos momentos mais delicados de sua trajetória pessoal e política. Internado e submetido a mais uma cirurgia no dia 25 de dezembro, ele passou o Natal longe da família, em meio a complicações de saúde relacionadas à facada sofrida em 2018. O episódio reacende debates não apenas sobre sua condição física, mas também sobre o simbolismo desse sofrimento diante de um país ainda marcado pelas feridas da pandemia. As sequelas do atentado voltaram a cobrar um preço alto. Segundo informações divulgadas, Bolsonaro precisou de intervenção cirúrgica justamente em uma data tradicionalmente associada à união familiar, o que ampliou o impacto emocional do momento. A imagem de um ex-presidente isolado em um leito hospitalar contrasta com o discurso de força e resistência que ele sempre cultivou ao longo da carreira.


A situação se torna ainda mais dura diante da perspectiva de retorno ao cárcere para concluir a recuperação sob custódia. Para aliados, trata-se de um quadro de fragilidade humana; para críticos, é o retrato de um ciclo que se fecha de forma amarga. O homem que governou o país em tom desafiador agora enfrenta limitações impostas pelo próprio corpo e pelas decisões do passado. Durante a pandemia de Covid-19, Bolsonaro foi acusado de negligenciar cuidados básicos, minimizar a gravidade da doença e debochar das vítimas, enquanto milhares de famílias brasileiras choravam seus mortos. Seu discurso recorrente sobre “histórico de atleta” virou símbolo de uma postura que desprezou a ciência e normalizou o sofrimento coletivo. Hoje, a pergunta ecoa nas redes e nos debates públicos: onde está esse histórico de atleta diante de sucessivas cirurgias e complicações?


Para muitos brasileiros, o momento vivido pelo ex-presidente é interpretado como uma espécie de karma político e moral. Não se trata apenas de um revés de saúde, mas de um espelho incômodo do que foi imposto a milhões de lares durante a crise sanitária. A dor individual, nesse contexto, é comparada à dor coletiva que marcou o país. O Natal solitário de Bolsonaro, marcado por cirurgia, afastamento da família e incertezas, simboliza mais do que um episódio clínico. Ele expõe a distância entre o discurso de invulnerabilidade e a realidade humana, além de reabrir feridas ainda abertas na memória nacional. Para apoiadores, resta a solidariedade; para críticos, fica a reflexão de que decisões tomadas no poder deixam marcas profundas — no país e em quem as tomou.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

APÓS ClRURGIA! Ele Volta para CADElA, Místico Arrepia Futuro | 25/12/2025

Bolsonaro enfrenta nova cirurgia e expõe o desespero de seus seguidores

A notícia de que Jair Bolsonaro precisará passar por mais uma cirurgia reacendeu um clima de tensão entre seus apoiadores mais fiéis. O ex-presidente, que desde o atentado de 2018 enfrenta sucessivos problemas de saúde, volta ao centro das atenções não apenas pelo procedimento médico em si, mas pelo simbolismo político que sua fragilidade física carrega para um movimento que sempre se vendeu como forte, combativo e imune a abalos. Nas redes sociais, o cenário é de desespero aberto. Seguidores falam em “perseguição”, “injustiça” e chegam a afirmar que Bolsonaro estaria sendo “morto aos poucos”, como se cada cirurgia fosse parte de um complô maior. A imagem do líder “imbrochável”, resistente e indestrutível, dá lugar a um homem visivelmente debilitado, o que provoca pânico em uma base que depende fortemente da figura pessoal de Bolsonaro para se manter mobilizada.


Esse desespero, no entanto, vem acompanhado de um discurso carregado de vitimismo que beira o cinismo. É irônico ver bolsonaristas acusando instituições, médicos ou adversários políticos de injustiça, como se Bolsonaro fosse a maior vítima da história recente do país. A retórica ignora fatos objetivos: cirurgias decorrem de condições médicas reais, muitas delas consequência direta do atentado que ele sofreu, e não de decisões políticas. A ironia se torna ainda mais amarga quando se lembra do comportamento desse mesmo grupo durante a pandemia de Covid-19. Naquele período, a morte de centenas de milhares de brasileiros foi tratada com descaso, piadas e frases como “e daí?” ou “todo mundo vai morrer um dia”. Não houve empatia, luto coletivo ou indignação proporcional por parte dos bolsonaristas diante das vítimas da crise sanitária.


Diante do sofrimento de seu líder, o tom muda radicalmente. A dor passa a ser intolerável, a injustiça vira palavra de ordem e a comoção é imediata. A comparação é inevitável e expõe uma contradição profunda: a vida só parece ter valor quando pertence ao ídolo político, enquanto as mortes anônimas da pandemia foram relativizadas ou simplesmente ignoradas. Mais do que um episódio médico, a nova cirurgia de Bolsonaro escancara o esgotamento de um projeto político baseado na personalização extrema do poder. O desespero dos seguidores diante da fragilidade do líder revela não apenas medo por sua saúde, mas o vazio deixado por um movimento que nunca soube existir sem um mito — e que agora se vê obrigado a encarar suas próprias incoerências.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

EDUARDO PERDEU TUDO! Vidente Místico Tinha Avisado e Pior Está Por Vir | 22/12/2025

Câmara cassa mandatos e aprofunda crise envolvendo Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem

A decisão da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados de cassar os mandatos de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ) marca um novo e contundente capítulo da crise política envolvendo o bolsonarismo. Oficializada no Diário Oficial da Câmara, a medida não apenas encerra formalmente os vínculos parlamentares dos dois deputados, como também reacende o debate sobre a fuga de aliados do ex-presidente do país em meio ao avanço de investigações e decisões judiciais. Tanto Eduardo Bolsonaro quanto Alexandre Ramagem deixaram o Brasil em momentos considerados estratégicos, às vésperas de decisões judiciais e com processos se acumulando no Supremo Tribunal Federal. Para críticos, a saída do país não foi casual, mas uma tentativa clara de escapar do alcance da Justiça brasileira. A leitura predominante entre juristas e parlamentares é que ambos passaram a agir como foragidos políticos, evitando prestar esclarecimentos e enfrentar os desdobramentos legais de suas ações.


No caso de Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, o cerco jurídico se intensificou com investigações relacionadas ao uso político de estruturas de inteligência do Estado. Sua saída do Brasil, segundo analistas, reforçou a percepção de que havia receio concreto de responsabilização criminal. A cassação do mandato, nesse contexto, surge como consequência direta da ruptura institucional promovida por quem optou por se afastar do país em vez de responder às acusações. Já a situação de Eduardo Bolsonaro é considerada ainda mais grave por setores da diplomacia e da política externa. Suas declarações e articulações internacionais, especialmente nos Estados Unidos, são apontadas por críticos como fatores que contribuíram para o agravamento da imagem do Brasil no exterior. Avaliações políticas indicam que suas posições públicas teriam colaborado para o aumento de tarifas impostas ao Brasil e para o apoio a sanções com base na Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras, entre elas o ministro Alexandre de Moraes — ainda que essas relações sejam objeto de controvérsia e debate.


Nas redes sociais e em círculos políticos, inclusive entre pessoas de reputação reconhecida e de diferentes espectros ideológicos, circulam boatos de que, nas negociações entre os governos de Lula e Donald Trump, o Brasil teria sido obrigado a fazer concessões maiores do que o necessário para evitar sanções mais amplas. Se essas versões se confirmarem, o prejuízo causado por Eduardo Bolsonaro ao país deixaria de ser apenas político ou simbólico, passando a ter impacto direto sobre a soberania e a economia nacional. O episódio reforça uma crítica recorrente ao clã Bolsonaro: a percepção de que interesses pessoais sempre se sobrepuseram aos interesses do país. Em mais de uma ocasião, os próprios filhos do ex-presidente deram a entender que o objetivo central era livrar Jair Bolsonaro de punições judiciais, mesmo que isso significasse abandonar aliados, apoiadores ou cidadãos comuns que permaneceram presos. A cassação dos mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, portanto, não encerra apenas duas trajetórias parlamentares, mas expõe o custo político e institucional de uma estratégia marcada pela fuga, pelo confronto e pelo desprezo às consequências para o Brasil.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

PREVISÕES SE CUMPREM EM SEQUÊNCIA! Vidente Acerta Tudo e Chama Atenção do Brasil

Justiça em Marcha: Condenações de Aliados Bolsonaristas Reforçam a Responsabilização e Sinalizam um Novo Momento para a Democracia

O cerco começa a se fechar, e o sentimento que toma conta de boa parte da sociedade é de alívio e celebração. A decisão do Supremo Tribunal Federal de avançar nas condenações de aliados centrais do bolsonarismo marca um ponto de virada simbólico no pós-eleições de 2022. Pouco a pouco, nomes que integraram a engrenagem política e institucional de sustentação de um projeto autoritário passam a responder de forma concreta por seus atos, reforçando a ideia de que ninguém está acima da lei. No julgamento mais recente, a Corte deixou claro que o peso da responsabilidade recai sobre aqueles que, mesmo não sendo o núcleo máximo de comando, atuaram de forma decisiva para tentar subverter o resultado eleitoral. A absolvição pontual de um réu não ofusca o fato central: a maioria dos envolvidos foi considerada culpada por crimes graves contra o Estado Democrático de Direito, evidenciando que a estratégia golpista não se limitou a discursos inflamados, mas contou com ações coordenadas e estruturadas.


As condenações de ex-assessores presidenciais, dirigentes de forças de segurança e até de um general da reserva representam um abalo profundo no discurso de impunidade que sempre cercou o bolsonarismo. Há, neste momento, um sentimento coletivo de justiça sendo feita, como se cada decisão judicial funcionasse como um freio tardio, porém necessário, a anos de ataques às instituições. Para muitos, ver esses líderes caminhando rumo à prisão simboliza a restauração de limites que jamais deveriam ter sido rompidos. A comemoração não é apenas política, mas também moral. A percepção de que o Estado reage, investiga e pune gera confiança nas instituições e oferece uma resposta àqueles que tentaram normalizar a ruptura democrática. O efeito pedagógico dessas condenações é claro: cargos, fardas ou proximidade com o poder não são escudos eternos. A democracia, ainda que ferida, demonstra capacidade de reagir.


Enquanto seus aliados enfrentam decisões duras da Justiça, o próprio líder do bolsonarismo vive um de seus momentos mais delicados. Jair Bolsonaro atravessa uma fase descrita como terrível, cercada de fragilidade política, isolamento e agora também de preocupação com a saúde. A realização de perícias e exames que apontam a necessidade de uma possível cirurgia urgente reforça a imagem de um projeto que se desfaz, tanto no campo institucional quanto no pessoal. O que se consolida é uma sensação de fechamento de ciclo. As condenações de aliados bolsonaristas não apagam os danos causados, mas sinalizam que o país escolheu enfrentar seu passado recente com responsabilização, e não com esquecimento. Para muitos brasileiros, cada nova decisão do STF é mais do que um veredito jurídico: é a confirmação de que a democracia resiste, cobra seu preço e segue em frente.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

TUDO QUE O MÍSTICO FALOU SE CONFIROU! E O BRASIL ACEITA O MAIOR VIDENTE DE TODOS.

Vitória diplomática de Lula repercute na imprensa internacional e impõe revés ao bolsonarismo

A retirada do ministro Alexandre de Moraes da chamada Lei Magnitsky ganhou destaque na mídia internacional e foi interpretada como uma vitória política e diplomática do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Jornais estrangeiros apontaram que a reversão da sanção representa não apenas uma correção de rumo na política externa dos Estados Unidos em relação ao Brasil, mas também um duro golpe para a estratégia do bolsonarismo de internacionalizar suas disputas internas e pressionar instituições brasileiras. Segundo análises publicadas fora do país, a atuação do governo Lula foi decisiva para desmontar uma narrativa construída durante o período de maior alinhamento entre Jair Bolsonaro e setores do trumpismo. A leitura predominante é a de que o atual presidente brasileiro conseguiu reposicionar o Brasil no cenário internacional, restabelecendo canais diplomáticos e reafirmando a soberania nacional diante de tentativas externas de interferência em assuntos internos, especialmente no funcionamento do Judiciário.


O Washington Post destacou que a decisão de retirar Moraes da Lei Magnitsky ocorreu “apenas quatro meses depois” da imposição da sanção, classificando o recuo como uma “significativa retração da campanha de pressão do governo Trump no Brasil”. A avaliação do jornal é de que a mudança evidencia o enfraquecimento dessa ofensiva política e diplomática, ao mesmo tempo em que reforça a capacidade do governo Lula de dialogar com diferentes centros de poder e reduzir tensões herdadas do governo anterior. Já o The New York Times chamou atenção para o caráter excepcional da própria Lei Magnitsky, lembrando que se trata de um instrumento “raramente usado” contra estrangeiros acusados de graves violações de direitos humanos ou corrupção. O jornal contextualizou que a sanção imposta a Moraes ocorreu em meio ao julgamento de Bolsonaro e foi acompanhada por outras medidas de pressão, como o aumento de tarifas sobre produtos brasileiros, o que reforça a percepção de uso político do mecanismo.


O diário americano também abordou a atuação de Alexandre de Moraes no combate a ameaças à democracia brasileira, ressaltando que o ministro tem agido de forma dura contra movimentos que questionam o sistema democrático. Ao mesmo tempo, o jornal reconheceu que algumas de suas decisões, como ordens de prisão relacionadas a publicações em redes sociais, são alvo de críticas e classificadas por setores como controversas ou até antidemocráticas, o que revela a complexidade do debate institucional no Brasil. No conjunto, a repercussão internacional consolida uma narrativa favorável a Lula: a de um líder que recuperou o prestígio do Brasil, neutralizou pressões externas indevidas e expôs o isolamento político do bolsonarismo no cenário global. A retirada de Moraes da Lei Magnitsky não é apenas um gesto simbólico, mas um sinal claro de que o Brasil voltou a ter peso diplomático, capacidade de diálogo e protagonismo sob a liderança do atual presidente.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

domingo, 14 de dezembro de 2025

FlM DA MAGNITSKY! Místico Acertou em Cheio e Moraes Voltou Com Tudo | 14/12/2025

EUA retiram Alexandre de Moraes da Lei Magnitsky e reforçam vitória diplomática de Lula

O governo dos Estados Unidos retirou o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa da lista de possíveis alvos investigados no âmbito da Lei Magnitsky, norma americana que permite sanções contra autoridades estrangeiras suspeitas de violar direitos humanos. A decisão, que encerra semanas de tensão internacional, foi recebida em Brasília como um gesto de confiança e uma sinalização clara da postura americana diante das pressões políticas vindas do bolsonarismo. Para o presidente Lula, o recuo representa uma vitória diplomática expressiva no cenário global. 

A inclusão de Moraes na mira da Lei Magnitsky havia sido explorada politicamente por aliados de Jair Bolsonaro, que tentaram internacionalizar o discurso de perseguição e transformar o ministro do STF em símbolo de supostos abusos institucionais no Brasil. A retirada do nome de Moraes desmonta essa narrativa e deixa o bolsonarismo sem um dos principais instrumentos que vinha sendo usado para buscar apoio fora do país. Na prática, os Estados Unidos sinalizaram que não veem fundamento para sanções contra o ministro, o que enfraquece a estratégia internacional do campo bolsonarista.


Ao mesmo tempo, o governo Lula emerge fortalecido. Durante todo o processo, a diplomacia brasileira atuou de forma silenciosa, mas firme, reforçando aos americanos que o Brasil vive dentro da normalidade institucional e que eventuais conflitos internos são parte do jogo democrático. A decisão de Washington mostra que a administração Biden mantém interlocução sólida com Brasília e não pretende embarcar em campanhas que tenham fundo político-eleitoral no Brasil. 

Esse episódio também evidencia a disputa simbólica entre Lula e Donald Trump. Enquanto o ex-presidente americano tem sido o eixo de apoio do bolsonarismo fora do país, tentativas de influenciar decisões de órgãos e congressistas americanos fracassaram. A retirada de Moraes da lista representa, nesse contexto, uma demonstração de que o peso diplomático de Lula é maior e mais efetivo no cenário internacional do que a influência que Trump ainda tenta exercer pelos bastidores.


A derrota simbólica para o bolsonarismo é expressiva: além de perder um discurso que vinha sendo alimentado há meses, a decisão dos EUA reafirma que, para a maior potência do mundo, o Estado Democrático de Direito brasileiro permanece sólido. O gesto também corrige distorções promovidas por campanhas desinformativas que tentavam pintar o Brasil como um país sob ditadura judicial, narrativa que não encontrou respaldo em nenhuma instituição séria no exterior. 

A retirada de Moraes da possível aplicação da Lei Magnitsky fecha um capítulo de tensão e abre espaço para uma nova fase de estabilidade diplomática. Para Lula, é uma vitória política interna e externa, reforçando sua imagem como líder com trânsito e respeito internacional. Para o bolsonarismo, é um revés que esvazia sua estratégia internacional de desgaste. A mensagem que fica é clara: no tabuleiro global, Lula tem mais força e credibilidade — e isso se refletiu diretamente na decisão americana.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

PRIVILÉGIO EXPOSTO! Projeto Vergonhoso Aprovado, Místico Ver Mudança | 11/12/2025

Projeto que reduz penas expõe privilégios e enfraquece a justiça é tapa na cara da população

A aprovação do projeto que reduz as penas dos crimes ligados aos atos de 8 de Janeiro gerou forte reação de quem acredita que a lei deveria valer para todos da mesma forma. Para muitos críticos, o texto não nasceu para corrigir injustiças, mas para atender a um objetivo claro: aliviar a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao mudar regras penais justamente quando ele pode ser beneficiado, o Congresso passa a impressão de que a justiça tem tratamento diferente quando o réu é um político poderoso. 

Embora o projeto afete vários condenados, o centro da discussão gira em torno de Bolsonaro. As mudanças no cálculo das penas parecem desenhadas para reduzir drasticamente sua possível condenação, o que levanta suspeitas sobre a real motivação da proposta. Quando o Parlamento altera a lei penal em um momento tão específico, a mensagem que fica é ruim: em vez de julgar pessoas com base na lei, muda-se a lei para salvar pessoas influentes.


Outro ponto criticado é o discurso dos bolsonaristas sobre os presos de 8 de Janeiro. Na prática, muitos deles não demonstram real preocupação com essas pessoas, mas usam o sofrimento dos condenados como argumento político para defender Bolsonaro. Assim, os presos viram apenas uma bandeira, enquanto o verdadeiro foco continua sendo proteger o ex-presidente e sua trajetória política. 

Beneficiar Bolsonaro com uma mudança legal desse tipo é visto por muitos como um desrespeito ao sistema de justiça. A sensação que se reforça é a de que políticos dificilmente pagam pelos erros que cometem. Para um jovem que observa a política, isso passa a ideia de que existe uma lei dura para o cidadão comum e uma lei flexível para quem tem poder, o que enfraquece a confiança nas instituições.


A aprovação do projeto também escancara o jogo político nos bastidores. Há quem diga que Flávio Bolsonaro colocou a possível candidatura do pai à Presidência “à venda”, buscando apoio em troca de benefícios. O Centrão, conhecido por negociar espaço e vantagens, teria enxergado aí uma oportunidade. Nesse cenário, princípios ficam em segundo plano e decisões importantes são tomadas com base em interesses eleitorais. 

O resultado pode ser um novo afastamento entre Bolsonaro e parte de seus próprios seguidores. Ao que tudo indica, ele pode acabar apoiando nomes que sua base não gosta, apenas para garantir proteção política. No fim, o projeto não só enfraquece a ideia de justiça igual para todos, como também mostra como alianças de ocasião podem definir o rumo do país, deixando a democracia e a credibilidade das instituições cada vez mais frágeis.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

MÍSTICO ANUNCIA DESTINO DE FLÁVIO BOLSONARO NO TARÔ | 08/12/2025

A aposta arriscada da família Bolsonaro na sucessão presidencial

A decisão de Jair Bolsonaro de apoiar o próprio filho, Flávio Bolsonaro, como pré-candidato à Presidência da República começou a mostrar sinais de fragilidade poucos dias após vir a público. Anunciada há cerca de uma semana, a escolha pretendia manter o protagonismo político da família e preservar o capital eleitoral do ex-presidente, mas os primeiros números divulgados por institutos de pesquisa acenderam um alerta vermelho no bolsonarismo. 

De acordo com esses levantamentos iniciais, o presidente Lula aparece vencendo Flávio Bolsonaro com uma vantagem próxima de 15 pontos percentuais. Trata-se de uma margem considerada expressiva no cenário eleitoral e que pode, caso se consolide, abrir caminho para uma vitória de Lula ainda no primeiro turno. Esse cenário contrasta fortemente com simulações em que o próprio Jair Bolsonaro aparece como adversário, situação em que a disputa seria mais apertada e imprevisível.


O desempenho fraco de Flávio nas pesquisas reforça avaliações internas de que a escolha foi equivocada do ponto de vista estratégico. A vantagem confortável de Lula pode forçar a família Bolsonaro a repensar o plano traçado e até mesmo considerar uma troca de candidato antes que o desgaste se torne irreversível. No cálculo político, insistir em um nome pouco competitivo pode custar caro e enfraquecer ainda mais o campo da oposição. Pesquisas também indicam que outros nomes ligados à direita têm desempenho superior ao de Flávio Bolsonaro. Governadores como Tarcísio de Freitas e Romeu Zema, além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, aparecem com índices menores de rejeição e maior capacidade de enfrentamento contra Lula. Esses dados expõem a fragilidade do argumento de que apenas um membro direto da família Bolsonaro conseguiria manter unida a base eleitoral conservadora.


Outro fator que pesa contra Flávio é o histórico de episódios que costumam ser lembrados por adversários e eleitores, como as investigações sobre rachadinhas, a compra de um imóvel de alto valor e questionamentos sobre sua trajetória política. Soma-se a isso a percepção de dificuldade em lidar com situações de forte pressão pública, reforçada por episódios como o desmaio durante um debate eleitoral no Rio de Janeiro, frequentemente citado por críticos. Diante desse quadro, a corrida presidencial de 2026 começa a se desenhar como menos desafiadora para Lula do que muitos imaginavam. A escolha de um candidato com menor apelo eleitoral e maior vulnerabilidade política no campo bolsonarista pode facilitar o caminho da reeleição. Resta saber se a família Bolsonaro insistirá na estratégia atual ou se, pressionada pelos números, optará por uma mudança para evitar uma derrota anunciada.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

sábado, 6 de dezembro de 2025

BRlGA NA FAMÍLlA! Michelle e Filhos Bolsonaro, Místico Revela Motivo | 06/12/2025

A União Que Não Existe: Bastidores Revelam Racha Profundo no Bolsonarismo

Nos palanques e nas redes sociais, líderes bolsonaristas exibem uma coreografia ensaiada de harmonia — sorrisos, discursos alinhados e promessas de que “o grupo segue unido por um projeto comum”. Porém, por trás do pano de fundo luminoso montado para o público, o cenário real lembra mais um tabuleiro rachado, onde cada peça tenta escapar da outra. A disputa interna pela candidatura presidencial de 2026 transformou o campo bolsonarista em um mosaico irregular, cheio de pequenas fraturas que crescem dia após dia.


A primeira fissura surge no núcleo familiar: uma ala insiste que Michelle Bolsonaro é o nome ideal para preservar o capital eleitoral do ex-presidente, projetando uma figura carismática e vista como “renovação”. Já outros defendem o primogênito Flávio Bolsonaro, enxergando nele a continuidade natural do legado paterno. O problema é que essas duas vertentes não dialogam entre si — e cada uma tenta ocupar o centro do palco como se o outro lado fosse apenas coadjuvante. Mais adiante no mapa das tensões, entram os governadores. Tarcísio de Freitas, visto como gestor técnico e “presidenciável por mérito”, é impulsionado por parte expressiva da direita paulista e do empresariado. No entanto, sua ascensão desperta resistência dentro do próprio bolsonarismo, que o enxerga com desconfiança por não ter raízes orgânicas no movimento. Romeu Zema, por outro lado, aparece como o nome mineiro que poderia unificar setores mais moderados — mas seu estilo discreto acaba irritando líderes que preferem holofotes mais intensos.


Enquanto cada grupo tenta puxar o tapete do outro, a disputa se transforma numa espécie de guerra fria interna, silenciosa perante o público, mas barulhenta nos bastidores. A mensagem de “união” que aparece nas redes soa como um ritual performático: abraços forçados, notas conjuntas e declarações estudadas para evitar que o eleitorado perceba a tempestade que ruge nos corredores. Dentro do partido, porém, a sensação é de cansaço e de que qualquer movimento errado pode desencadear um rompimento definitivo. Nesse ambiente fragmentado, cresce a percepção de que o maior beneficiado pode ser justamente o presidente Lula. Com o campo adversário travado em uma batalha de egos e projetos incompatíveis, a direita corre o risco de chegar a 2026 sem um nome capaz de representar unanimidade — ou sequer maioria. O discurso de união divulgado pelos líderes bolsonaristas funciona como uma cortina colorida, enquanto nos bastidores o grupo segue visivelmente raxado, tropeçando nas próprias ambições. Se nada mudar, a disputa interna poderá entregar de bandeja o caminho eleitoral que Lula precisava para tentar se manter no poder.


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

O MÍSTICO AVISOU! Flamengo Campeão, Veja detalhes na Matéria.

Mestre José acerta mais uma e fala sobre o título do Flamengo na Libertadores

Mestre José, conhecido por muita gente como Vidente Místico da Bahia e também como Vidente dos Famosos, acertou mais uma previsão que deixou seus seguidores animados. Ele disse que o Flamengo seria campeão da Copa Libertadores da América — e acertou em cheio. Enquanto vários outros palpites apontavam times diferentes, o dele brilhou como um farol no meio da neblina.


A importância desse acerto é grande porque muitas pessoas que também fazem previsões erraram. Isso acabou mostrando que o Mestre José conseguiu enxergar algo que quase ninguém viu. Para seus seguidores, foi motivo de festa, e para muita gente virou assunto nas redes sociais. A cada acerto, o nome dele cresce e ele se torna ainda mais conhecido em todo o Brasil. Falando do jogo, o Flamengo entrou em campo com muita confiança. Desde o começo parecia que o time estava com a partida nas mãos, com jogadas rápidas, passes certeiros e muita vontade de vencer. A torcida rubro-negra vibrava como se o estádio inteiro fosse um coração batendo mais forte a cada ataque.


Mas o Palmeiras também mostrou por que é considerado um dos times mais fortes do país. Mesmo tendo levado 3 a 0 no primeiro jogo, fora de casa, não desistiu. No jogo de volta, o time fez 4 a 0 diante de sua torcida, mostrando garra, força e muita qualidade. Foi uma virada impressionante, daquelas que fazem qualquer um prender a respiração. Mesmo assim, na soma dos resultados, o Flamengo levou a melhor e ficou com o título. Foi uma disputa emocionante, cheia de momentos que vão ficar na memória de quem assistiu. Tanto os flamenguistas quanto os palmeirenses sentiram a intensidade de cada minuto.

E se você quiser ouvir o próprio Mestre José explicando essa previsão e comentando tudo o que aconteceu, é só assistir à Live que ele fez sobre o assunto. Ele conta tudo de um jeito bem simples e fácil de entender. Vale a pena conferir e acompanhar as próximas previsões!


Contato para consulta com Mestre José: 

(51) 99516-6910
Compartilhar:

Total de acessos

Nova Promoção

Destaques do site

PACTO COM A PROSPERIDADE: O SEGREDO MÍSTICO QUE PODE MUDAR SUA VIDA

Um novo ciclo se inicia: preparo, consciência política e o pacto de prosperidade O início de mais um ano sempre traz consigo a sensação de r...

Pesquisar este site

Tecnologia do Blogger.